
O mercado global de amendoim e de pasta de amendoim está em plena expansão. Segundo análise da Mordor Intelligence, o mercado mundial de amendoim atingiu cerca de US$ 81 bilhões em 2025, com projeção para US$ 98 bilhões em 2030 (CAGR de 4,1%). A produção mundial gira em torno de 50 milhões de toneladas por ano, e o Brasil tem se destacado: em 2024 foi o 8º maior produtor, mas já se tornou o 4º maior exportador global (297,7 mil toneladas em 2023, US$ 437 milhões).
No Brasil, a produção dobrou na última década – saltou de ~350 mil toneladas (2014) para cerca de 890 mil toneladas em 2023 – e a cadeia de amendoim movimentou cerca de R$ 18,6 bilhões em 2024/25. As exportações brasileiras bateram recorde em 2025: de janeiro a agosto foram mais de 180 mil toneladas (US$ 222 milhões, +26% ante 2024), impulsionadas também pelo aumento de 170% nas exportações de óleo de amendoim (98 mil toneladas). Apesar desses números, o consumo interno ainda é relativamente baixo (cerca de 0,8–1,6 kg por pessoa/ano), indicando grande potencial de crescimento no mercado interno.
Para as indústrias alimentícias, a crescente popularidade das proteínas vegetais e dos alimentos saudáveis transformou a pasta de amendoim em um ingrediente-chave. No setor de laticínios, por exemplo, há espaço para inovações como queijos veganos e iogurtes proteicos à base de amendoim (graças ao seu alto teor de proteína e gordura saudável). Na confeitaria, a pasta de amendoim é usada em doces, barras energéticas e recheios, trazendo sabor e valor nutritivo (proteína e fibras) ao produto final. Em molhos e preparações culinárias, o amendoim aparece em receitas tradicionais (como o molho satay na culinária asiática) e em alternativas orientais para saladas, carnes e massas.
O molho de amendoim é rico em vitaminas, proteínas e gorduras boas, além de atender ao perfil vegano e sem lácteos, o que o torna ideal para pratos prontos e ready-to-eat. Graças a essas tendências, produtos como pasta de amendoim gourmet (sabores especiais, sem adição de açúcar) têm conquistado o consumidor. A demanda interna, embora ainda modesta, vem se diversificando com novos lançamentos fitness e saudáveis. No cenário atual, o amendoim aparece amplamente em doces típicos (pé-de-moleque, paçoca) e cada vez mais em alimentos prontos como tahine, cremes confeiteiros e barras protéicas.
Para as indústrias de laticínios, confeitaria e molhos, essas tendências representam grandes oportunidades de inovação. Elas podem desenvolver produtos como spreads proteicos, molhos exóticos e queijos veganos com baixo custo agregado de ingredientes. Porém, a produção em escala industrial exige padronização de qualidade e processos rigorosos.
Desafios comuns incluem garantir textura homogênea e consistência na pasta (livre de grumos ou variações de consistência), controlar a oxidação do óleo de amendoim (para não virar ranço) e manter o padrão microbiológico seguro (por exemplo, controlar aflatoxinas). Além disso, é fundamental seguir normas de segurança alimentar e de máquinas (como a NR-12) para proteger os operadores.
Ferramentas industriais adequadas são essenciais para superar esses desafios. Equipamentos de moagem especializados permitem produzir grandes volumes de pasta uniforme, com fácil limpeza e operação segura. A padronização é crucial: “o equipamento entrega resultados padronizados e porções precisas para uma ampla variedade de produtos”. Assim, empresas ganham escalabilidade, mantendo qualidade igual em cada lote.
A imagem acima ilustra um moedor industrial da Geiger em ação, preparado para processar grãos de amendoim. Uma máquina como essa possibilita obter pastas homogêneas de amendoim, amêndoas e outras oleaginosas de forma rápida e eficiente (até 50 kg/h). A robustez do equipamento (aço inox 304) facilita a higienização, enquanto a conformidade com a norma NR-12 garante segurança no manuseio.
A Geiger do Brasil desenvolveu A GM-50, um moedor industrial de alta performance projetado para atender exatamente às demandas descritas. A GM-50 transforma grãos em pastas homogêneas “com capacidade de até 50 kg por hora”. Ele é construído em aço inoxidável 304, cumprindo plenamente a norma NR-12 e proporcionando baixo custo operacional. Isso significa menos paradas para manutenção e maior segurança ao operador, além de facilidade na limpeza entre lotes. Na prática, a GM-50 entrega pastas padronizadas e porções precisas para uma variedade de aplicações – pasta de amendoim, pasta de amêndoas, tahine, cremes para confeitaria, molhos culinários, etc.. Seu motor potente e corpo resistente permitem ainda processar oleaginosas inteiras (com casca já retirada), economizando etapas manuais.
Principais vantagens da GM-50:
Graças a esses diferenciais, a GM-50 contribui para a inovação das indústrias alimentícias, permitindo experimentação de novos sabores e texturas de pasta com qualidade profissional. Empresas podem, por exemplo, testar receitas de molhos gourmets à base de amendoim ou lotes personalizados de pasta sem a necessidade de grandes investimentos iniciais.
Com o aumento da demanda mundial por ingredientes nutritivos e convenientes à base de amendoim, a indústria brasileira tem grande oportunidade de ampliar produtos inovadores. No entanto, é crucial contar com equipamentos adequados que garantam produtos padronizados, seguros e competitivos. Nesse cenário, o moedor industrial GM-50 da Geiger do Brasil surge como uma solução completa para produção de pasta de amendoim e afins, unindo robustez, produtividade e segurança. Para saber mais sobre o GM-50 e outras soluções da Geiger do Brasil, entre em contato conosco e descubra como otimizar sua linha de produção com tecnologia alemã adaptada ao mercado nacional.
